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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Colóquio/Letras conta no n.º 185


Associando-se à comemoração dos 120 anos do nascimento de Almada Negreiros, a revista Colóquio/Letras conta no n.º 185 com colaborações de Gustavo Rubim (a questão da língua em Almada), Carlos Paulo Martínez Pereiro (sobre A Engomadeira, “novela ímpar da modernidade”), Manuela Parreira da Silva (a propósito de uma carta inédita de Raul Leal sobre os painéis de S. Vicente), Sara Afonso Ferreira (sobre a convivência de Almada com o casal Vieira da Silva-Arpad Szenes), Sílvia Laureano Costa (sobre uma cena de teatro inédita) e Fernando Cabral Martins (sobre um projeto cinematográfico de Almada). Ainda na secção de ensaio, Nuno Júdice detém-se na epistolografia de Antero, Carlos Felipe Moisés na poesia de Ricardo Reis e Manaíra Athayde na de Ruy Belo.
Publicam-se poemas-colagens de Rui Pires Cabral e guaches de Nikias Skapinakis.


PARA O PROFESSOR

Acesse: http://abr.ai/1gpJoIM

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

REVISTA NOVA SÍNTESE, nº7 (Sinopse)


Sinopse:

Alves Redol (n. Vila Franca de Xira, 29 de Dezembro de 1911 – m. Lisboa, 29 de Novembro de 1969) é pioneiro e construtor do movimento cultural do neo-realismo. Investigar a terra portuguesa e o seu povoamento humano, reinventando o legado etnográfico oitocentista e das primeiras décadas do século XX, levou-o a maturar a sua escrita comprometida e a aglutinar à sua volta inúmeros projectos no domínio da literatura, da etnografia, do cinema e das artes visuais; com eles perseguiu incansavelmente o sentido emancipatório do trabalho intelectual e da cultura. (…) A direcção da revista Nova Síntese – Textos e Contextos do Neo-Realismo decidiu reservar o presente número para reunir textos de distintos especialistas, que resultam das conferências proferidas no Congresso (1.ª Parte) e de algumas das comunicações apresentadas (2ª Parte). Acreditamos que, com este número da Nova Síntese, inequivocamente se aprofundam as leituras críticas sobre a obra literária e cultural de Alves Redol.

Índice:

1. ALVES REDOL – HORIZONTE REVELADO

Nota introdutória


1.ª PARTE – CONFERÊNCIAS

Alves Redol e a poética do romance: encruzilhadas e derivas ideológicas
por Carlos Reis

Poética da transformação do texto em Avieiros
por Maria Alzira Seixo

Avieiros, de Alves Redol. Uma história das pequenas epopeias
por Helena Carvalhão Buescu

Para a história do neo-realismo: O Cavalo Espantado, testemunho ético-poético
por Ana Paula Ferreira

Alves Redol e a desconstrução do género: O Muro Branco
por Maria Graciete Besse

«A mão será a mesma?» – Notas autobiográficas de Alves Redol
por Paula Morão

Redol – O realismo e a «palavra-pele»
por Isabel Pires de Lima

Alguns prefácios ou leitura(s) de Redol
por António Pedro Pita

Alves Redol: do ‘etnografismo’ à construção de uma poética da narrativa neo-realista
por Vítor Pena Viçoso

Gaibéus: obra de arte ou ensaio etnográfico? Alves Redol, a literatura e a antropologia
por Manuel Gusmão

Buscar a identidade na alteridade: Lopes-Graça e o conceito de ‘povo’ na música tradicional
por Mário Vieira de Carvalho


2.ª PARTE – COMUNICAÇÕES

Explicar, fixar, ajustar parâmetros do neo-realismo português
por Izabel Margato

Concepções de Alves Redol sobre a ficção e a narrativa: prefácios a Avieiros e a Fanga
por Antony Cardoso Bezerra

Prefácio de Alves Redol num livro de contos: Carlos Pato ou o homem que trazia o futuro no coração
por José do Carmo Francisco

Alves Redol nos ‘anos de chumbo’ do neo-realismo
por João Madeira

Entre a utopia e a distopia: a cosmovisão neo-realista
por Ana Cristina Correia Gil

Limites do literário na obra de Alves Redol
por José Manuel de Vasconcelos

A intertextualidade: um princípio da escrita redoliana?
por Lucien Diouf

Pensamento e acção de Alves Redol no neo-realismo visual:
a estética, a arte e as artes visuo-plásticas
por Luísa Duarte Santos

‘A natureza mecânica da realidade’ – A fotografia e o Movimento Neo-Realista
por Emília Tavares

De bloco em punho e ‘máquina-de-tirar-retratos’: Alves Redol, o documento e a fotografia
por David Santos

O efeito pictural e o efeito fílmico na narrativa de Gaibéus
por David Lopes

Percursos de Alves Redol pelo teatro: panorâmica focada na sua criação dramática
por Miguel Falcão

A Vida Mágica da Sementinha: poesia e ciência ou dos modos de conhecimento do mundo
por Bernardette Capelo-Pereira

Constantino, a infância e o sonho: superação das tensões essenciais da obra de Alves Redol
por Maria Madalena Marcos Carlos Teixeira da Silva

A obra para crianças de Alves Redol: o lúdico, o didático e o pictórico
por Anabela de Oliveira Figueiredo


2. TEXTO EXTRA-CONGRESSO

Crença e resignação no romance A Barca dos Sete Lemes, de Alves Redol
por Isabela Gomes Bustamante


3. ACTIVIDADES DA ASSOCIAÇÃO PROMOTORA DO MUSEU
DO NEO-REALISMO

Detalhes:

Ano: 2012
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 376
Formato: 23x16
ISSN: 1646-5989

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

OS CIGANOS - Pedro Sousa Tavares





“Os Ciganos” é um livro escrito a 4 mãos por avó e 

neto, em dois momentos separados por quase 50 

anos. Autoria de Sophia de Mello Breyner e Pedro

Sousa Tavares. Ilustrações de Danuta 

Wojciechowska. 

«Houve uma preocupação, do ponto

de vista do estilo, de respeitar o que era um pilar da 

escrita da Sophia de Mello Breyner, que era a 

simplicidade, e a simplicidade que não é nada simples, 

não é?, uma simplicidade que é muito trabalhada, que 

é a capacidade de cada palavra ter o seu lugar, não 

estar ali a mais...» 

Pedro Sousa Tavares In Diário Câmara Clara

segunda-feira, 28 de maio de 2012

"A GRANDE QUESTÃO" - Wolf Erlbruch

"Álbum premiado, que evidencia uma expressividade e uma sensibilidade raras, este livro do alemão Wolf Erlbruch, o terceiro publicado pela editora Bruaá, propõe, com uma simplicidade invulgar, uma reflexão acerca de uma questão complexa, filosófica, numa palavra, ”grande”: por que motivo(s) estamos no mundo? É esta dúvida – materializada no próprio título – que desencadeia o conjunto de respostas ...que compõem esta obra. À grande qualidade visual das ilustrações, a ocuparem páginas duplas e compostas a partir de uma técnica mista, associa-se um texto verbal simultaneamente conciso e insólito, sério e humorístico, simples e questionador. Este é colocado na voz de uma criança “intrigada” (visualmente recriada logo na capa) e de um gato, um piloto, um pássaro ou o número três, uma pedra, a morte e um cego, por exemplo, figuras que, cada uma à sua maneira, procuram avançar com uma resposta plausível (pelo menos, relativamente à sua própria mundivivência).
A singularidade da construção verbo-icónica, bem como a inclusão, no final, de uma folha pautada onde se pressupõe o registo de outras respostas à questão, à medida que se for crescendo, parecem comprovar a variedade de níveis de leitura que esta obra estimulante possibilita."

Texto da Casa da Leitura

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Publicação de estudo na revista EXEDRA




No âmbito do PNEP (Programa Nacional de Ensino do Português), chamamos a atenção para a publicação do estudo «A Vendedeira de Figos, de Alves Redol: o legado cultural e os valores em Alves Redol», da autoria da Formadora Residente do PNEP, Anabela de Oliveira Figueiredo, na revista científica Exedra.




O trabalho em revista foi aplicado a uma das turmas do 1.ºCEB de Penacova (Cheira), no ano lectivo 2009/2010, no âmbito da Acção de Formação «Têpluquê», na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.




Para os interessados sugerimos que sigam a ligação directa para o estudo, que aqui disponibilizamos, e que se insere na secção "Artes e Humanidades", páginas 121 a 144, número 24 de 2010 da referida revista.