Acabou de sair mais um livro da "equipa de Braga"
Este BLOG, dinamizado por Anabela Figueiredo, é um espaço de partilha de atividades / projetos, com incursões na divulgação da Literatura / Ilustração Infanto juvenil.
terça-feira, 13 de maio de 2014
"O Rapaz que não se tinha quieto" - Rita Taborda Duarte & Ana Ventura
“Gosto de viajar. Mas sou um miúdo pequeno, e os meus pais dizem que os gaiatos não se fizeram para andar por aí a passarinhar de terra em terra como se fossem andorinhas, ou saltimbancos, ou acrobatas, ou arlequins ou polichinelos.”
Palavras do rapaz que não se tinha quieto e que se fascinava com comboios, mas só até ao dia em que se desiludiu com um “viajante falsificado”, cuja verdadeira aspiração “era permanecer fechado, quieto, numa cadeira imóvel, no quarto pacato do seu apartamento parado de um país atracado a este planeta andante”. Virou-se para os barcos.
Construiu uma torre imensa, de onde pudesse ver o mar, “a minha alta torre do luar”, e mais tarde um farol, “o meu farol estrelado”. Conseguirá viajar. E, já homem, sentirá o desejo de regressar. “A saudade é uma espécie de gravidade pequenina que nos chama de volta às coisas de que mais gostamos.”
Numa linguagem terna e clara, a autora [Rita Taborda Duarte] não reduz a história a uma sequência de episódios, conta-a sem pressas, permitindo ao leitor fruir o texto. Contraria assim a prática corrente de simplificação, em que as histórias para crianças são transformadas em argumentos cinematográficos, supostamente para facilitar a compreensão. A delicadeza das ilustrações [deAna Ventura] liga na perfeição com a atmosfera e ritmo da narrativa. Ainda que fale de movimento, O Rapaz Que Não se Tinha Quieto obriga-nos a parar.
O Rapaz Que Não se Tinha QuietoTexto: Rita Taborda Duarte
Ilustração: Ana Ventura
Edição: Caminho
48 págs., 10,90€
Ilustração: Ana Ventura
Edição: Caminho
48 págs., 10,90€
(Texto divulgado na edição do Público de 10 de Maio, na página Crianças.)
Ilustração - Ana Ventura
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Calibre - Software que permite a criação de ebooks
Fazer ebooks a partir de PDF, usando o "CALIBRE".
Um Tutorial
terça-feira, 6 de maio de 2014
"Media and Information Literacy"
"Este currículo de literacia da informação e dos media para professores, publicado pela UNESCO em 2011, é um recurso importante para os Estados-Membros no seu trabalho contínuo para a consecução dos objectivos da Declaração de Grünwald (1982), a Declaração de Alexandria (2005) e a Agenda de Paris da UNESCO (2007) - todos relacionados com a MIL."
Biblioteca Escolar de Penacova
segunda-feira, 5 de maio de 2014
"Pequeno Livro das Coisas" - Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância 2014
O “PEQUENO LIVRO DAS COISAS" com texto de João Pedro Mésseder e ilustrações de Rachel Caiano. Editado pela Caminho em 2012, foi a obra vencedora do Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância 2014.
A concurso estiveram 164 obras obras de literatura para a infância editadas em Portugal entre 1 de janeiro de 2012 e 31 de dezembro de 2013. O Júri, constituído por Rui Veloso, Leonor Riscado e Lúcia Santos, foi unânime na escolha considerando que:“o Pequeno Livro das Coisas revela um olhar outro dos objectos triviais do quotidiano – as coisas – convocando todo o potencial imaginativo da criança e surpreendendo com um permanente convite a percursos que só o sonho pode alimentar. Senhor de um discurso lírico burilado, mas acessível, o poeta oferece uma obra que desafia o jovem leitor/ouvinte para a contemplação do mundo e para a formulação de perguntas que fortalecem os elos entre crianças e adultos. A ilustração, sendo sóbria, gera e reforça as sinergias necessárias à boa receção dos poemas e à plenitude da fruição estética que o livro de literatura proporciona”. Silvia Alves
A concurso estiveram 164 obras obras de literatura para a infância editadas em Portugal entre 1 de janeiro de 2012 e 31 de dezembro de 2013. O Júri, constituído por Rui Veloso, Leonor Riscado e Lúcia Santos, foi unânime na escolha considerando que:“o Pequeno Livro das Coisas revela um olhar outro dos objectos triviais do quotidiano – as coisas – convocando todo o potencial imaginativo da criança e surpreendendo com um permanente convite a percursos que só o sonho pode alimentar. Senhor de um discurso lírico burilado, mas acessível, o poeta oferece uma obra que desafia o jovem leitor/ouvinte para a contemplação do mundo e para a formulação de perguntas que fortalecem os elos entre crianças e adultos. A ilustração, sendo sóbria, gera e reforça as sinergias necessárias à boa receção dos poemas e à plenitude da fruição estética que o livro de literatura proporciona”. Silvia Alves
domingo, 4 de maio de 2014
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